Mas, nesta como noutras questões, é preciso dar tempo ao tempo. E se não podemos nem devemos forçar uma criança a comer ou a dormir, também não podemos nem devemos forçá-la a fazer chichi e cocó quando queremos e onde queremos. Terry Brazelton, o mais conceituado pediatra da actualidade, alerta os pais para a importância de esperar que a criança esteja pronta. O seu método centra-se na criança, ou seja, é ela que tem de ser a protagonista e não os pais. Na sua opinião, tal nunca deve acontecer antes dos dois anos de idade. Existem certamente crianças que conseguem deixar as fraldas com sucesso mais cedo, mas ao tentar-se mais cedo, com a generalidade das crianças, estamos a sujeitar muitas delas a um mal-estar psicológico não negligenciável: «Quando as crianças são pressionadas antes de estarem preparadas para serem bem-sucedidas, os insucessos resultam em problemas sérios como a retenção das fezes, a incontinência fecal ou a enurese nocturna» (A Criança e a Higiene, de T. Berry Brazelton e Joshua D. Sparrow, Presença). O importante será então, na opinião de Brazelton, ter a certeza que a criança está preparada e permitir que esta seja uma conquista sua e não uma imposição dos pais. Para tal, é preciso esperar que surjam os primeiros sinais que revelam a maturidade necessária por parte da criança. Para ele, os mais importantes são: já não querer estar sempre de pé e a andar de um lado para o outro; a linguagem estar bastante desenvolvida; saber dizer Não; saber pôr as coisas no sítio certo; começar a imitar os pais e irmãos mais velhos; começar a manter-se seca durante uma ou duas horas; fazer cocó a horas certas; estar a conquistar a consciência do seu corpo. Deixar as fraldas depende de aspectos fisiológicos, mas também cognitivos, psicológicos e emocionais. Assim, deverá avaliar, separadamente, alguns parâmetros do desenvolvimento do seu filho, para perceber se ele estará pronto para mais este grande passo. Aspectos fisiológicos e de motricidade Nesta fase ainda não terão capacidade para «adiar» o processo, mas esse reconhecimento dos sinais que o nosso corpo dá é muito importante neste processo. Só depois desta fase estará disponível para outras conquistas, ao nível da motricidade fina, conquistas essas que são importantes na hora de deixar as fraldas. A coordenação motora que lhe permite despir-se, tirar a sua fralda, baixar e levantar as cuecas é outro sinal de que está pronta para deixar as fraldas. Desenvolvimento cognitivo e linguagem Aprender a controlar dos esfíncteres e aceitar que terá de ir sempre, várias vezes por dia, ao bacio ou à sanita exige, portanto, maturidade a nível cognitivo e de maturidade psicológica. É preciso que a criança tenha já capacidade de abstracção e pensamento simbólico, capacidade de resolver problemas e de memorizar. Dizer «eu faço», «eu consigo», «eu sozinho» revelam que a criança está no bom caminho na conquista da independência e que se vai sentir orgulhosa por conseguir ultrapassar com sucesso mais esta importante etapa do seu desenvolvimento. Fazer fora do sítio só pelo prazer de contrariar é sempre uma opção «divertida». Se o seu filho está no auge desta fase, o melhor é esperar que passe. Largar as fraldas não pode ser mais um ponto de discórdia, mas sim uma conquista positiva. A consciência social é também um ponto prévio importante. Ou seja, a vontade de fazer como os outros e de ser crescido. É por isso que crianças com irmãos mais velhos têm tendência a deixar as fraldas mais cedo. Tal como é mais fácil uma criança cooperar quando está na creche e distrair-se quando está em casa. Na creche Brazelton alerta para a importância desta sintonia: «Qualquer inconsistência provoca confusão na criança. (...) É essencial que conversem sobre os passos a dar para alcançar o sucesso da criança nesta fase» (A Criança e a Higiene, de T. Berry Brazelton e Joshua D. Sparrow, Presença). A tendência actual é para que as crianças deixem de usar fraldas cada vez mais tarde. Rita trabalha há 13 anos com crianças com idades entre os 12 meses e os três anos e afirma que, quando começou, as crianças não usavam fralda até tão tarde: «Sabemos que aos dois anos, em média estão preparadas para este passo, as meninas até um pouco mais cedo. Mas hoje adia-se muito para além disso, penso que devido à falta de disponibilidade dos pais. Este é um processo que exige tempo e paciência, coisas que os pais têm cada vez menos. Nota-se um ritmo cada vez mais alucinado na vida familiar. Isso condiciona muito as crianças». - que tenham muita paciência - que «acertem agulhas» em caso de divórcio. Haver regras diferentes em casa da mãe e do pai dificulta o processo e baralha muito as crianças. - nunca repreender a criança por uma distracção. Estar preparado para a ocorrência de «acidentes». Estes fazem parte do processo. Repreensões e humilhações podem fazer com que a criança se recuse a colaborar e deixe de querer andar sem fralda. - nunca forçar uma criança a estar sentada no bacio. Se a criança parece preparada, mas depois o processo se torna muito complicado, se ela se recusa, se faz constantemente chichi no chão adiar por algum tempo nova tentativa. - não cair na tentação de fazer comparações com outras crianças. Cada criança é única. O seu filho está pronto? Ao nível do desenvolvimento fisiológico e motor - a criança demonstra estar consciente das suas necessidades, antes de fazer: agachando-se, escondendo-se Ao nível do desenvolvimento cognitivo e linguagem - domina o vocabulário envolvido no processo de deixara as fraldas (depende de cada família encontrar as palavras mais confortáveis para o efeito) A nível emocional e social - demonstra desejo de agradar aos paisComo em tudo o que ao desenvolvimento infantil diz respeito, não há uma data fixa para deixar de usar fraldas. «Cada criança tem o seu ritmo» é um chavão que os pais já ouviram vezes sem conta, mas que nem sempre interiorizaram. E por isso ficam preocupados se os filhos dos amigos conseguem atingir esta, como outras etapas, antes do seu.
Estes sete sinais eleitos por Brazelton como essenciais revelam que o controlo dos esfíncteres, ou seja, aprender a reter durante algum tempo o chichi e o cocó, é uma capacidade complexa e que está relacionada com uma série de outras aquisições.
Os músculos dos esfíncteres (genital e anal) têm de ter atingido maturidade suficiente de modo a permitirem que a criança «aguente» algum tempo entre sentir que têm vontade de ir à casa de banho e estar a postos para fazer chichi ou cocó. Essa maturidade muscular acontece algures entre os 12 e os 24 meses, segundo a Sociedade Americana de Pediatria.
Mais tarde, os esfíncteres atingem a maturidade que permite à criança reter por algum tempo chichis e cocós. Este processo tem uma sequência: primeiro, a criança deixa de fazer cocó durante a noite, depois consegue controlar chichi e cocó durante o dia e, por fim, consegue deixar de fazer chichi também durante a noite.
O facto de a criança manter a fralda seca durante períodos cada vez maiores - algumas horas - e até de acordar por vezes da sesta sem ter feito chichi durante o sono são sinais de que, fisiologicamente estará pronta para iniciar o processo de deixar as fraldas.
Mais tarde, quando começar a acordar de manhã com a fralda seca, é o sinal de que já consegue também deixar de fazer chichi durante a noite.
Após começar a andar, por volta dos 12 meses, a criança não pára. Quer estar sempre em pé, como diz Brazelton. Mas quer também correr e testar a sua nova habilidade e todos os seus limites.
A descoberta do corpo é fundamental para conseguir dispensar as fraldas. A criança começa a mostrar curiosidade sobre os seus órgãos genitais e outras partes do corpo, percebe as suas funções, nomeia-os, gosta de jogos que envolvam o seu corpo.
Estar pronta para o grande passo significa que ela tem de conseguir associar uma sensação que o corpo lhe envia a uma resposta apropriada e complexa pois é-lhe exigido várias coisas ao mesmo tempo: contrair os esfíncteres de forma a reter algum tempo o chichi ou cocó (assim que sente vontade de fazer), avisar um adulto que precisa de ir à casa de banho, ir até lá, esperar que a dispam e sentem na sanita ou bacio, e só então descontrair os músculos de forma a fazer chichi ou cocó onde é suposto. É preciso concentração!
O seu filho tem também de perceber tudo o que lhe diz e saber comunicar quando tem vontade. Só assim poderá entender todos os passos do processo. Apreender o vocabulário envolvido é um passo prévio que não deverá descurar.
Tal como andar ou falar, ir à casa de banho parece muito fácil para quem o fez toda a vida, mas não podemos esquecer que a experiência de toda a vida de uma criança de dois anos é fazer chichi e cocó na fralda. É não ter de se preocupar com isso nem ter de interromper nenhuma actividade para tratar desse assunto.
Auto-domínio e desejo de agradar aos pais são ingredientes não menos importantes em todo este processo. O desejo de fazer sozinho, de dominar certas actividades são bons indicadores de maturidade.
É claro que esta é também a «idade do Não», ou seja, a criança está a afirmar-se enquanto dona e senhora da sua vontade, por oposição à vontade dos pais. Isso pode dificultar o processo de deixar as fraldas, pois se a criança percebe que os pais fazem muita questão pode marcar a sua posição recusando-se a colaborar.
O temperamento da criança também interfere nesta questão. Uma criança demasiado sensível ao toque pode demorar mais algum tempo até estar disposta a sentar-se, sem fralda, numa superfície fria. Uma criança demasiado activa pode ter dificuldade em estar sentada quieta no bacio. Neste caso, pode ser útil a brincadeira de pôr primeiro o boneco preferido a fazer, baixar e levantar as cuecas dele.
Quando as crianças passam o dia na creche, é óbvio que a educadora se torna fundamental quando se fala em deixar as fraldas. A escola e os pais têm de estar em sintonia, no mesmo momento.
É o que procura fazer-se na Casa da Árvore, escola onde Rita ?? é educadora de infância: «Esperamos que sejam os pais a tomar a iniciativa, que sejam eles a vir ter connosco quando consideram que a criança está preparada. Mas hoje em dia, isso quase nunca acontece. Os pais quase nunca o fazem. Acabamos por ser nós a falar com eles, a dizer que nos parece que é boa altura, que a criança está preparada. Se os pais continuam a não estar para aí virados, porque ainda acham cedo ou porque não têm muita disponibilidade naquela altura, adiamos mais um pouco. Porque neste processo todos têm de estar em sintonia: a criança, os pais, a escola.»
Da sua vasta experiência, Rita deixa alguns conselhos aos pais que estão a iniciar esta aventura:
- mostrar muita satisfação de cada vez que a criança pede para fazer chichi ou cocó e faz no bacio ou na sanita. Valorizá-la e felicitá-la por uma conquista que é sua.
Procure os seguintes sinais antes de tentar tirar-lhe as fraldas:
- já não faz cocó durante a noite
- mantém-se com a fralda seca durante longos períodos, talvez até durante a sesta
- faz uma grande quantidade de chichi (menos vezes) e não pouquinho de cada vez (e muitas vezes)
- adopta hábitos regulares para fazer cocó
- consegue despir-se sozinho, baixar as calças, tirar a fralda, baixar e subir as cuecas
- a criança compreende instruções complexas, que envolvem várias fase (vai ao teu quarto buscar o livro do ruca e põe-o no saco, por exemplo).
- a criança gosta de imitar o comportamento dos mais velhos e repetir aquilo que dizem
- revela auto-domínio
- quer ser como os outros, fazer tudo o que fazem as crianças mais velhas, para ser crescido e se sentir integrado
Pronto para deixar a fralda?
Em: Criança, Desenvolvimento, Desfralde, Etapas |Gravidez e férias
Em: Gravidez |
15 normas para ter em conta no momento de decidir
Chegou o momento de planear as tão ansiadas férias. E, se bem que numa gravidez normal os riscos não sejam maiores dos que poderiam surgir se ficasse em casa, é importante que antes de decidir a viagem tome algumas precauções.
A gravidez não tem por que alterar a atitude de viajar – por prazer ou por trabalho – que tem a mulher.
No entanto, é importante considerar que tipo de infra-estruturas sanitárias tem o lugar escolhido para desfrutar as férias.
Não devemos esquecer que muitas vezes as urgências aparecem sem aviso prévio. Por isso, é melhor ser precavida.
A seguir sugerimos alguns pontos que não deve esquecer antes de sair de casa.
1 - Se a gravidez é normal e controlada, uma viagem não tem por que aumentar os riscos que toda a gravidez implica. Estes seriam, nem mais nem menos, os mesmos que existem ficando em casa
2 - Se a gravidez é considerada de risco, terá que analisar junto com o obstetra o que é mais conveniente.
3- Deve recordar que os bebés nascem quando eles querem, e que as urgências aparecem sem aviso prévio. Por isso, é importante averiguar que infra-estruturas sanitárias tem o lugar escolhido para as férias.
4 - Se no momento de começar as férias estiver na semana 38 e se o seu bebé lhe ocorrer nascer, já pesaria entre 2,5 e 3 quilos. Com esse peso é pouco provável que apresente alguma complicação. De modo que não há problema em viajar se já está de termo, mas é possível que o bebé não nasça onde tinha planeado.
5 - Se o bebé fosse prematuro, as coisas seriam um pouco mais difíceis. Por exemplo, se nascesse na semana 30, teria o peso de um quilo a um quilo e meio, e neste caso seria imprescindível contar com um bom equipamento de saúde tanto no campo obstétrico 7 - como neonatológico (aqui a tecnologia é vital). Obviamente, a situação seria menos complicada se estivesse em sua casa, ou pelo menos, próximo da maternidade escolhida.
6 - Há que ter em consideração que se nasce prematuro, o bebé deverá permanecer internado, no local onde nascer, não menos de 30 a 60 dias (de acordo com o peso que tiver ao nascer), até que alcance o peso adequado. Nesta situação vale a pena sacrificar essa praiazinha deserta e sonhada do Norte do Brasil ou nas calmas Caraíbas, e optar por lugares onde haja centros de assistência que possam resolver uma emergência neonatológica.
Por outro lado, também é bom pensar nos seus seres queridos ou nos seus outros filhos. Ninguém deixaria o seu bebé em Paris ou no Rio de Janeiro, para ir buscá-lo aos dois meses, quando já pesasse 2 quilos.
7 - Se pensa viajar para o interior do país, consulte o seu Centro de Saúde ou a Seguradora de Saúde para se certificar que o lugar escolhido tem cobertura médica, e como fazer para se pôr em contacto no caso de uma emergência..
8 - Se viaja para o estrangeiro, também deverá assegura-se de contar com a cobertura da Segurança Social ou seguro médico.
São muito poucos os sistemas de saúde que oferecem cobertura estando no estrangeiro, e quando o fazem, geralmente, restringem-se aos países limítrofes, ou aplicam restrições de acordo com as semanas de gestação (geralmente cobrem só a primeira metade da gravidez). Para algumas companhias de seguros a gravidez é considerada como uma doença pré-existente.
Se não tem cobertura, é vital que antes de sair de casa, faça um seguro de saúde de viagem. Não são muito baratos, mas no caso de serem necessários, o benefício será muito maior do que o custo.
9 - Se planeia viajar de automóvel, é aconselhável que a cada duas ou três horas faça uma paragem no caminho para andar um bocado, e de seguida, esvaziar a bexiga. E porque não aproveitar também para tomar alguma coisa fresca? A viagem não é um trâmite necessário para chegar ao destino, mas sim uma parte das merecidas férias.
10 - Se tem pensado em viajar de avião, a experiência indica que não existe nenhum risco para a mamã, nem para o bebé. No entanto, é recomendável voar em aviões com cabinas pressurizadas (todos os jactos de linhas programadas as têm) para evitar os efeitos da falta de oxigénio. Durante o voo, recomenda-se beber água, já que a humidificação das cabinas dos aviões é bastante escassa.
11 - Geralmente, as empresas de aviação aplicam restrições quando as grávidas se encontram relativamente perto da data prevista do parto (ou seja, a partir do sétimo mês). Nestes casos, a responsabilidade é passada para o obstetra, que deverá assinar um termo de responsabilidade que autorize o voo.
12 - Se o voo que irá realizar é longo, não fique sentada muito tempo. Embora não seja demasiado divertido nem cómodo, levante-se e caminhe. Isso evitará que as pernas e os pés inchem demasiado. Em vez de ler ou olhar pela janela, aproveite as indicações de segurança no voo que os comissários de bordo e o comandante explicam.
13 - Como nem sempre se pode caminhar durante o voo (porque as hospedeiras estão a ocupar o corredor com o carrinho de serviço, ou porque há ordem de permanecer sentada com o cinto de segurança colocado), é conveniente que quando estiver no seu assento realize exercícios suaves com as pernas e os pés, em especial com os dedos.
Faça movimentos de rotação com os pés para fora e para dentro (duas ou três sessões de 10 a 15 rotações). Estes exercícios evitam a formação de coágulos sanguíneos; ou seja, o famoso síndroma da classe turística.
14 - Trate de chegar cedo ao aeroporto (aproximadamente, 40 minutos antes do necessário), e quando fizer o check in avise o funcionário que está grávida, para que lhe reserve o primeiro banco.
Os bancos onde se encontram as saídas de emergência têm mais espaço à frente o que lhe permite viajar mais cómoda e com as pernas esticadas; no entanto, por razões de segurança perante uma eventual emergência aérea, de acordo com os regulamentos aeronáuticos nesses lugares não devem viajar mulheres grávidas, idosos, crianças e bebés.
De todas as maneiras, o funcionário da companhia certamente lhe oferecerá a melhor localização possível
15 - Não tenha medo de passar pelo detector de metais nem que a examinem com o equipamento manual. Isto não implica risco algum nem para si nem para o seu bebé. Devido ao facto de serem campos magnéticos, estes equipamentos activam-se ao ser atravessados por objectos metálicos, mas não há perigo porque actuam mediante radiações não ionizantes (as ionizantes são as que emitem os aparelhos de raio X ).
Revista Papá, Mamã & Eu
Febre muda a cor da roupa do bebé - «Babyglow» muda de cor se a temperatura do corpo ultrapassar os 37 graus
Em: Notícias, Saúde Bebé |
Chris Ebejer, um britânico de 42 anos, livrou-se da vida atrás do balcão graças à criação de uma roupa que mede a febre dos bebés. O «Babyglow» cresce com o bebé e muda de cor se a temperatura da criança ultrapassar os 37 graus.
Com a invenção do «Babyglow», Chris assinou um contrato de 12,5 milhões de libras.
Segundo o jornal Telegraph, a criação da roupa que serve a crianças até 24 meses, durou seis anos e será comercializada a partir de Outubro, no Reino Unido.
Feito com algodão que se ajusta ao corpo do bebé, o «Babyglow» contém pigmentos sensíveis ao calor que passam de rosa, verde ou azul para branco.
Chris pretende fabricar 900 mil unidades desta invenção e comercializá-la em todo o mundo. O preço do «Babyglow» rondará os 23,50 euros.
Música diminui dor dos bebés prematuros
Em: prematuros |
A música reduz a dor e incentiva a alimentação de bebés prematuros, revela um estudo publicado nos “Archives of Disease in Childhood”.
Investigadores da University of Alberta verificaram que a música tem efeitos benéficos em determinados parâmetros fisiológicos, estados comportamentais e na redução da dor durante alguns procedimentos médicos a que os bebés prematuros são submetidos.
Investigadores liderados por Manoj Kumar analisaram dados de nove ensaios: seis deles avaliavam o efeito da música nos bebés que eram submetidos a procedimentos dolorosos, como a circuncisão e o teste do pezinho para obter amostras de sangue, um ensaio avaliava o efeito na taxa de alimentação dos bebés e os dois outros verificavam o efeito na estabilidade fisiológica e comportamental dos mesmos.
O ritmo cardíaco, a frequência respiratória, a saturação de oxigénio e a dor foram medidos para avaliar o benefício da música.
O estudo revelou que, nos ensaios que envolveram a circuncisão, a música teve efeitos benéficos no ritmo cardíaco, na saturação de oxigénio e na dor. Os ensaios que envolveram o teste do pezinho também mostraram que a música conduzia à diminuição da dor. Foi ainda observado que a música melhorava a taxa de alimentação dos bebés.
De acordo com declarações de Manoj Kumar ao sítio HealthDay, "embora ainda seja necessária mais investigação nesta área, o estudo mostra que existem métodos simples e de baixo custo que podem ajudar a saúde dos bebés prematuros”
Parceiros sociais europeus assinam revisão do acordo-quadro de licença parental
Em: Direitos, Licença de Parentalidade |
A Comissão Europeia anuncia em comunicado que o novo acordo quadro-celebrado pelos parceiros sociais europeus alarga o período de duração da licença parental de três para quatro meses por progenitor e é aplicável a todos os trabalhadores por conta de outrem, independentemente da forma que o respectivo contrato assuma.
Constitui o resultado de seis meses de negociações entre os parceiros sociais e reflecte as alterações que a sociedade e o mercado do trabalho sofreram desde a assinatura do primeiro acordo quadro sobre a licença parental, em 1995.
Vladimír Špidla, o comissário que tutela o Emprego, os Assuntos Sociais e a Igualdade de Oportunidades, estava presente esta ontem por ocasião da assinatura oficial. «Este acordo é a prova de que a parceria social europeia funciona e produz resultados concretos para os trabalhadores e as empresas na Europa», salientou Vladimír Špidla, tendo depois acrescentado:
«Este acordo aborda directamente um dos objectivos prioritários para a igualdade entre homens e mulheres, demonstrando também que existe uma vontade de encontrar soluções para melhorar o equilíbrio entre vida familiar e vida profissional, sem deixar de ter em conta a diversidade dos quadros normativos nacionais, das práticas e das tradições».
O novo acordo quadro sobre a licença parental foi assinado esta manhã pelos parceiros sociais europeus: CES, BUSINESSEUROPE, CEEP e UEAPME. Este novo acordo
• alarga o período de duração da licença parental de três para quatro meses por progenitor, sendo que um desses quatro meses não será transferível de um progenitor para o outro;
• clarifica que é aplicável a todos os trabalhadores, independentemente da forma que o respectivo contrato assuma (trabalho a termo, a tempo parcial, etc.);
• oferece igualmente aos progenitores que voltam ao trabalho após a licença parental a possibilidade de pedirem a adaptação das suas condições de trabalho (em termos de horas de trabalho, por exemplo);
• confere maior protecção não só contra o despedimento, mas também contra qualquer forma de tratamento desfavorável por motivos de exercício do direito à licença parental.
Cabe agora à Comissão examinar as disposições do acordo e propor ao Conselho, antes do Verão, a sua execução através de uma directiva, em aplicação do disposto no Tratado sobre o diálogo social. A directiva deve ser adoptada no Conselho por maioria qualificada.
Contexto Após as duas fases de consulta sobre a conciliação da vida privada, profissional e familiar, que envolveram os parceiros sociais europeus, as organizações relativas ao diálogo social interprofissional optaram pela negociação de um acordo que abrangesse a licença parental.
O resultado foi o primeiro de todos os acordos quadro a nível comunitário, celebrado em Dezembro de 1995 e a que se seguiu uma directiva do Conselho em 1996 (Directiva 96/34/CE).
Cerca de 15 anos mais tarde, considerando que era chegado o tempo de actualizar o conteúdo do referido acordo, os parceiros voltaram a sentar se à mesa para elaborarem uma versão revista do mesmo. As negociações tiveram início em Setembro de 2008 e foram concluídas em Março de 2009.
Boppy
Em: Acessórios do bebé |
Caro Baby Boom,
Estou escrevendo-lhe para falar deste produto que foi lançado na Europa, a almofada para aleitamento Boppy.
Esta é muito útil para as recém-mamãs, nomeadamente as que sentem algumas dificuldades relacionadas com a amamentação, tais como: a sua posição e a do bebé, o contacto entre ambos (bonding), etc..
Boppy dispõe de um conjunto de capas intercambiáveis que a tornam agradável e sobretudo, higiénica. É possível visualizá-las no website: www.boppyworld.com.
Boppy também é muito útil para apoiar o bebé no momento em que aprende a sentar-se e depois, quando começa a gatinhar: a sua versatilidade faz deste produto, o único a ganhar seis vezes o título de melhor produto para a Infância na América.
Além disso para todas as recém-mamãs, cansadas das sogras intrusivas e cansadas de receber conselhos inadequados, foi criado o “Mom’s Revenge” www.momsrevenge.com o jogo online através do qual as mães podem rir de si mesmas e dos embaraços que a chegada de um bebé a casa pode criar.
Um diabrete na praia!
Em: Crianças, Praia, Segurança infantil |
As crianças necessitam de uma vigilância e cuidados permanentes.
Uns dias de férias com uma criança na praia não se podem considerar de descanso para os pais. Nesta idade as crianças são irrequietas e curiosas por natureza e, num minuto, podem desaparecer da nossa vista.
Perigos e perigos...
Para além do perigo mais evidente que é o desaparecimento repentino de uma criança, que se mistura em segundos, na multidão de veraneantes e não sabe como retornar ao local onde se encontram os pais, há também o medo de que a criança possa ser molestada por alguém. Mas, existem outros perigos, de que os pais muitas vezes se esquecem e que é necessário que estejam permanentemente atentos.
A água
Embora existam crianças que têm medo da água, a maioria adora chapinhar à beira-mar, pelo que , mesmo que as águas sejam calmas, os pais nunca devem permitir que uma criança esteja à beira-mar, sem que um adulto esteja ao seu lado permanentemente. Se a criança está à beira-mar, os pais para maior segurança, devem vestir-lhe um colete de flutuação, assim, mesmo que uma onda maior possa arrastar a criança, estes terão uns minutos mais para a ir buscar.
As crianças, porque não sabem avaliar o perigo, correm facilmente para a água quando uma bola lhes foge ou quando o seu brinquedo insuflável é arrastado pelo vento. Assim, os pais além da vigilância permanente que deverão manter, devem ter atenção aos brinquedos que a criança está a utilizar, verificar se são adequados e ter particular cuidado com qualquer brinquedo insuflável que possa ser levado facilmente pelo vento – a criança vai de certeza atrás, mesmo que tenha que entrar na água.
Os colchões e as bóias são elementos pouco convenientes para oferecer a uma criança pequena, mesmo em águas paradas, como por exemplo as de uma piscina. Um golpe de vento ou a deslocação da água provocada por um mergulho ou por um nadador mais vigoroso, podem muito facilmente fazer com que uma criança se desequilibre ou que um colchão se volte. Em segundos, uma criança pode afogar-se.
A areia
Caminhar na areia tem muitas vantagens para as crianças pois permite-lhes fortalecer os músculos das pernas ao tentarem manter o equilíbrio. Andar na areia ajuda ainda à formação do arco plantar pois, por ser um piso fofo, adapta-se como uma palmilha aos seus pés. No entanto, não há “bela sem senão” e a areia pode representar um dos maiores perigos para a saúde da criança. Por isto, os pais devem ir sempre para praias distinguidas com bandeira azul. A bandeira azul credita a praia (águas e areal) dando uma maior certeza de que esta está livre de possíveis contaminações.
Contudo, mesmo em praias com bandeira azul os pais devem sempre verificar se com a maré, não chegaram detritos perigosos à beira mar. Entre eles, muito especialmente, materiais cortantes ou animais mortos (gaivotas ou peixes) pois, a criança nas suas brincadeiras pode tocar-lhes e molestar-se.
Os insectos
Existem praias em certas zonas do país muito atreitas a insectos e para evitar que os insectos piquem as crianças os pais devem seguir os seguintes procedimentos:
- Utilizar um repelente de insectos, adequado
- Evitar que a criança utilize cremes ou protectores solares perfumados
- Evitar as cores fortes como o vermelho ou amarelo pois estas cores atraem os insectos
- Não ficar perto de locais onde a polinização seja intensa
- Não ficar perto de locais (caixotes do lixo) onde existam restos de alimentos ou de onde se desprendam odores fortes,
A protecção solar
A pele das crianças é muito sensível às radiações solares e o processo de desenvolvimento de melamina ainda não está totalmente desenvolvido. Por isto deve seguir algumas medidas preventivas:
- Durante os primeiros dias de praia, a criança deve ter uma exposição solar gradual
- Nunca fique na praia nas horas de maior radiação solar (11-16 horas)
- Vista sempre à criança uma t-shirt e coloque-lhe um chapéu ou um boné
- Não se esqueça de aplicar um protector solar adequado meia hora antes da exposição solar (antes de sair de casa) e de o renovar a cada duas horas.
- Mantenha a criança num local arejado para que não transpire demasiado. O excesso de sudação para além de poder provocar desidratação, pode também provocar eritemas.
Praia vigiada significa segurança
Não vá para nenhuma praia que não seja vigiada, mesmo que esta seja um verdadeiro paraíso, pois para além de correr riscos desnecessários, se acontece um pequeno acidente (uma picada de um peixe aranha, ou o toque numa medusa) não terá quem vos ajude com a urgência necessária.
Ao sol... mas com cuidado!
Em: Crianças, Cuidados, Praia |
Lembramos-lhe algumas medidas de prevenção a ter em conta
Com o aproximar do Verão… vem o tempo quente, cheio de sol, calor e praia. Por isso, é importante a protecção solar adequada nesta altura do ano, de forma a prevenirmos o risco de cancro de pele.
As crianças não têm noção dos riscos que correm, logo os pais devem compreender a importância da protecção solar, devendo lembrar algumas medidas:
• Evitar a exposição solar durante os primeiros 6 meses de vida (se possível durante 1 ano) e particularmente entre as 11 e as 17 horas;
• Usar protector solar com índice de protecção elevado (factores 50+);
• Os protectores solares devem ser colocados em casa, em todo o corpo e de forma homogénea, e deve ser renovada a sua aplicação a cada 2 horas ou após banhos na água;
• É indispensável o chapéu de abas largas na cabeça, roupa larga e branca de algodão vestida e se possível óculos de sol apropriados para crianças (pois as raios solares são reflectidos na areia e na água);
• Não esquecer o chapéu-de-sol (para fazer sombra);
• Oferecer líquidos em maior quantidade, para evitar a desidratação.
Se não seguir estas sugestões, pode ocorrer uma insolação, mais vulgarmente conhecido por escaldão, devido à exposição prolongada ao sol. Devido a esta insolação, pode ocorrer dores de cabeça, tonturas, vómitos e desmaio...
Marco Batista
Licenciado em Enfermagem
projectobebemais.blogs.sapo.pt
Quando introduzir os primeiros alimentos sólidos?
Em: Alimentação, Bebés |
Alguns pediatras recomendam aos quatro meses e outros aos seis.
Poderá começar a ouvir sugestões de avós, ou amigas ansiosas por ajudar, para introduzir os primeiros alimentos sólidos.
Alguns pediatras continuam a recomendar que os alimentos sólidos devem começar aos 4 meses, embora muitos actualmente aconselhem aguardar até aos 6 meses. Até iniciar a transição, todas as necessidades nutricionais do seu bebé são colmatadas através do leite materno ou do leite de substituição. Por volta dos 4 a 6 meses, o sistema digestivo do bebé está finalmente pronto a aceitar alimentos sólidos como outro elemento da sua dieta.
A aptidão para os alimentos sólidos depende do calendário próprio de cada bebé. Eis alguns sinais que pode observar:
• O bebé quer algo mais que leite e continua a ter fome mesmo depois de ter mamado oito a dez vezes por dia.
• O bebé começa a ter movimentos de mastigação e os dentes começam a aparecer.
• O bebé consegue controlar a cabeça e mantê-la direita e firme.
• O bebé duplicou o seu peso de nascença.
A maior parte dos pediatras recomenda que comece pela papa de cereal de arroz, que é menos alergénica que os outros alimentos. Comece com uma refeição de cerca de uma colher de sopa de cereal por dia, misturada com leite materno ou leite de substituição. Após um mês ou dois, pode começar a introduzir novos alimentos, com intervalos de 2-3 dias. Isto permite ao seu bebé habituar-se aos novos sabores e ajuda-a a detectar qualquer reacção alérgica a um novo alimento. Obviamente, o seu bebé continuará a precisar do leite materno ou de substituição até ter um ano, uma vez que os alimentos sólidos não substituem os nutrientes vitais fornecidos pelo leite materno ou pelo leite de substituição, e o leite de vaca não é tolerado até aos 12 meses.
A mentira na criança
Em: comportamento, Crianças |
Quando uma criança diz uma mentira será que nos devemos preocupar? Por que será que ela mentiu? Como reagir quando a criança mente?
Normalmente a criança recorre à mentira em duas circunstâncias diferentes: ou porque quer fugir à possibilidade de ser punida por alguma acção menos correcta ou porque usa a mentira como forma de vivenciar um acontecimento que gostaria que se tornasse realidade. Em qualquer dos casos, a criança está a usar o seu jogo simbólico e a sua capacidade de imaginação, revelando-nos as suas capacidades intelectuais. Como pais e educadores, sabemos que a fantasia é importante para o desenvolvimento da criança e devemos estimulá-la de modo saudável. Contudo, é fundamental aproveitar estas situações para optimizar o desenvolvimento moral das crianças, incutindo-lhes a noção de responsabilidade e mostrando-lhes o que é real e o que é fantasia.
Como perceber se a criança está a dizer a verdade?
As crianças pequenas “falam” muito com o corpo; enquanto a criança lhe relata o acontecimento, esteja atento aos seus gestos e expressões, nomeadamente expressões faciais. Frequentemente desviam o olhar, cerram a boca ou pressionam a língua contra a parte interna da bochecha, numa tentativa de se controlarem. Se tem dúvidas em relação ao relato, peça para contar a história umas horas depois, procurando colocar as questões de outra forma, acabando frequentemente a criança por entrar em contradição.
Como lidar com a situação quando a criança mente?
É fundamental manter a calma, não dando demasiada importância a um comportamento que faz parte do desenvolvimento natural da criança: se a criança sente que o adulto fica muito ansioso e lhe dá demasiada atenção, poderá voltar a usar a mentira como forma de obter benefícios secundários (mesmo que seja para se zangar, o adulto irá dar atenção à criança).
- Converse com a criança, explicando-lhe que não assumir um erro ou culpar outros por uma acção cometida é muito mais grave do que desfazeruma mentira e que não se zangará com ela se ela assumir a responsabilidade. Por vezes basta dizer que sabe que foi uma brincadeira, mas que às vezes as consequências não são agradáveis.
- Nunca permita que a criança obtenha benefícios pelo facto de ter mentido; ajude a criança a ser responsável, fazendo alguma acção no sentido de repor a situação (limpar o que sujou, ajudar a colar o que partiu, dar uma moeda para comprar um objecto novo, não comer a guloseima, …, se a mentira envolver terceiros ajude a criança a falar com essa pessoa, mas não substitua a criança).
- Procure sempre centrar o seu discurso no comportamento e não na personalidade da criança. A ideia a transmitir é que a criança disse uma mentira mas que o adulto sabe que ela sabe dizer a verdade; se o adulto diz que a criança é mentirosa, correrá o risco de ela se assumir como tal.
- Analise com a criança as consequências de dizer verdades ou de ocultá-las. Leve a criança a pensar em estratégias alternativas que poderá utilizar da próxima vez que surgir uma situação análoga, sem ter que recorrer à mentira.
Dizer a verdade: uma aprendizagem progressiva
A nossa postura enquanto adultos perante pequenas situações do dia-a-dia irá ter grande influência na forma como educamos as nossas crianças no sentido em que deverão tornar-se adultos responsáveis pelas suas acções. O problema é quando mentir se torna um hábito; os pais devem preocupar-se quando o seu filho tiver o objectivo claro de fugir sistematicamente à realidade e não enfrentar determinadas situações. Nessa altura, deverão, em primeiro lugar analisar como cada um dos pais lida com a mentira; é que, em muitos casos, a criança mente porque percebeu que em casa os pais a usam para fugir a determinadas situações (por exemplo, desculpabilizar os trabalhos de casa do irmão mais velho ou arranjar uma desculpa para faltar a um compromisso). Mas, também nesses casos, poderemos todos reflectir e ensinar às crianças que “a mentira tem a perna curta”.
Texto: Filomena Santos Silva2 anos de Baby Boom
Em: Baby Boom |
Obrigada a quem continua desse lado a manter este blog vivo!
Feliz Dia Mundial da Criança
Em: Crianças |
Artigo 1 - Todas as pessoas com menos de 18 anos têm todos os direitos escritos na Convenção.
Artigo 2 - Tens todos esses direitos seja qual for a tua raça, sexo língua ou religião. Não importa o país onde nasceste, se tens alguma deficiência, se és rico ou pobre.
Artigo 3 - Quando um adulto tem qualquer laço familiar ou responsabilidade sobre uma criança, deverá fazer o que for melhor para ela.
Artigo 6 - Toda a gente deve reconhecer que tens direito à vida.
Artigo 7 - Tens direito a um nome e a ser registado, quer dizer, o teu nome, o dos teus pais e adata em que nasceste devem ser registados. Tens direito a uma nacionalidade e o direito de conheceres e seres educado pelos teus pais.
Artigo 9 - Não deves ser separado dos teus pais, excepto se for para o teu próprio bem, como por exemplo, no caso dos teus pais te mal-tratarem ou não cuidarem de ti. Se decidirem separar-se, tens de ficar a viver com um deles, mas tens o direito de contactar com os dois.
Artigo 10 - Se tu e os teus pais viverem em países diferentes, tens direito a voltar para junto deles.
Artigo 11 - Não deves ser raptado mas, se tal acontecer, o governo deve fazer tudo o que for possível para te libertar.
Artigo 12 - Quando os adultos tomam qualquer decisão que possa afectar a tua vida, tens direito a dar a tua opinião e os adultos devem ouvir seriamente o que tens a dizer.
Artigo 13 - Tens a descobrir coisas e dizer o que pensas através da fala, da escrita, da expressão artística, etc.,excepto se, ao fazê-lo, estiveres a interferir com os direitos dos outros.
Artigo 14 - Tens direito à liberdade de pensamento e a praticar a religião que quiseres. Os teus pais devem ajudar-te a compreender o que está certo e o que está errado.
Artigo 15 - Tens direito a reunir-te com outras pessoas e a criar grupos ou associações, desde que não violes os direitos dos outros.
Artigo 16 - Tens direito à privacidade. Podes ter como, por exemplo, um diário que mais ninguém tem licença para ler.
Artigo 17 - Tens direito a ser informado sobre o que se passa no mundo através da rádio, dos jornais, da televisão, de livros, etc. Os adultos devem ter a preocupação de que compreendes a informação que recebes.
Artigo 18 - Os teus pais devem educar-te, procurando fazer o que é melhor para ti.
Artigo 19 - Ninguém deve exercer sobre ti quaquer espécie de maus tratos. Os adultos devem proteger-te contra abusos, violência e negligência. Mesmo os teus pais não têm o direito de te maltratar.
Artigo 20 - Se não tiveres pais, ou se não for seguro que vivas com eles, tens direito a protecção e ajuda especiais.
Artigo 21 - Caso tenhas de ser adoptado, os adultos devem procurar ter o máximo de garantias de que tudo é feito da melhor maneira.
Artigo 22 - Se fores refugiado (se tiveres de abandonar o teu país por razões de segurança), teens direito a protecção e ajuda especiais.
Artigo 23 - No caso de seres deficiente, tens direito a cuidados e educação especiais, que te ajudem a crescer do mesmo modo que as outras crianças.
Artigo 24 - Tens direito à saúde. quer dizer que, se estiveres doente, deves ter acesso a cuidados médicos e medicamentos. Os adultos devem fazer tudo para evitar que as crianças adoeçam, dando-lhes uma alimentação conveniente e cuidando bem delas.
Artigo 27 - Tens direito a um nível de vida digno. Quer dizer que os teus pais devem procurar que não falte comida, roupa, casa, etc. Se os pais não tiverem meios suficientes para estas despesas, o governo deve ajudar.
Artigo 28 - Tens direito à educação. O ensino básico deve ser gratuito e não deves deixar de ir à escola. Também deves ter possibilidade de frequentar o ensino secundário.
Artigo 29 - A educação tem como objectivo desenvolver a tua personalidade, talentos e aptidões mentais e físicas. A educação deve também, prepara-te para seres um cidadão informado, autónomo, responsável, tolerante e respeitador dos direitos dos outros.
Artigo 30 - Se pertenceres a uma minoria, tens o direito de viver de acordo com a tua cultura, praticar a tua religião e falar a tua própria língua.
Artigo 31 - Tens direito a brincar.
Artigo 32 - Tens direito a protecção contra a exploração económica, ou seja, não deves trabalhar em condições ou locais que ponham em risco a tua saúde ou a tua educação. A lei portuguesa diz que nenhuma criança com menos de 16 anos deve estar empregada.
Artigo 33 - Tens direito a ser protegido contra o consumo e tráfigo de droga.
Artigo 34 - Tens direito de ser protegido contra abusos sexuais. Quer dizer que ninguém pode fazer nada ao teu corpo como, por exemplo, tocar-te, tirar-te fotográfias contra a tua vontade ou obrigar-te a dizer ou fazer coisas que não queres.
Artigo 35 - Ninguém te pode raptar ou vender.
Artigo 37 - Não deverás ser preso, excepto como medida de último recurso e, nesse caso, tens direito a cuidados próprios para a tua idade e visitas regulares da tua família.
Artigo 38 - Tens direito a protecção em situação de guerra.
Artigo 39 - Uma criança vítima de maus tratos ou negligência, numa guerra ou em qualquer outra circunstância, tem direito a protecção e cuidados especiais.
Artigo 40 - Se fores acusado de ter cometido algum crime, tens direito a defender-te. No tribunal, a polícia, os advogados e os juízes devem tratar-te com respeito e procurar que compreendas o que se está a passar contigo.
Artigo 42 - Todos os adultos e crianças devem conhecer a Convenção sobre os Direitos da Criança. Tens direito a compreender os teus direitos e os adultos também.
Dia Mundial da Criança - Porto
Em: Crianças, Eventos, Festas |3 dias de grande animação nos Jardins do Palácio de Cristal
Este ano a Festa da Criança comemora-se nos Jardins do Palácio de Cristal, um local emblemático da cidade.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Criança, a Câmara Municipal do Porto, através da empresa municipal PortoLazer, apresenta um infindável mundo de surpresas e momentos mágicos, que durante três dias consecutivos vão encher os Jardins do Palácio de Cristal de muita cor e alegria.
Com entrada livre para miúdos e graúdos, será difícil resistir a este convite feito pela Câmara Municipal do Porto.
Com o objectivo de que estes sejam momentos de grande agitação e entusiasmo, as actividades estarão espalhadas pelos Jardins. Aqui será possível encontrar insufláveis de todas as cores e feitios, praticar desportos radicais e Yôga, participar em jogos tradicionais e em ateliers muito variados. Na concha acústica decorrerão vários espectáculos de música, dança, moda, ciência e desporto que prometem animar todos os visitantes.
No local será feito um apelo a todos para participação na campanha “Sorrisos cheios de emoção”, que se traduz na oferta de brinquedos destinados a crianças de instituições de solidariedade social a designar. Esta é uma campanha das empresas “Morangos” e “Para ti mamã”, apoiada pela Câmara Municipal do Porto através da empresa municipal PortoLazer.
Aqui também podes ficar a conhecer os actores Vanessa e Ângelo dos “Morangos com Açúcar”.
Não faltes!
Pela Alexandra
Em: Petições |Este movimento foi criado por 6 pessoas, de vários pontos do país, que se conheceram apenas após terem contactado com a notícia da decisão judicial da entrega da Alexandra à Mãe biológica. Não concordando com os moldes em que foi cumprida esta decisão judicial, por não terem sido tidos em conta os legítimos interesses e Direitos desta criança.
Famílias numerosas vão ter desconto no hipermercado
Em: Falando de euros, Família, Notícias |
As famílias numerosas, cujos agregados familiares contam com três ou mais crianças, vão ter um desconto de 10% nos hipermercados Intermarché e o Écomarché, do Grupo «Os Mosqueteiros».
Isto porque o grupo que gere os hipermercados assinou um protocolo com a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN), que permite às famílias numerosas poderem usufruir de descontos em produtos seleccionados das marcas próprias do grupo que estejam identificadas nas lojas como produtos «Famílias Numerosas».
Este desconto vai reflectir-se na acumulação de euros no cartão «Os Mosqueteiros». Além disso, serão atribuídos vales de desconto exclusivos, válidos em qualquer uma das lojas Intermarché e Ecomarché, avança o grupo.
Sabendo o peso que a alimentação representa nas despesas das famílias numerosas, e tendo com conta o período de crise que se vive actualmente, esta iniciativa «tem como intuito melhorar a economia doméstica das famílias».
Para já, a adesão ao programa «Famílias Numerosas» é gratuita. Todos os titulares do cartão «Os Mosqueteiros» que tenham a seu cargo, pelo menos, três crianças menores, poderão inscrever-se.
É desta que vai colocar o seu bebé a dormir sozinho?
Em: Bebés |
É uma das inquietações de muitos casais e é uma preocupação eminente nos primeiros meses de vida do bebé. Quando é que se deve colocar o bebé a dormir sozinho no seu quarto? É muito cedo ou já é tarde? Será que vai ter medo? E se acorda de noite? Estas e outras dúvidas geram o adiamento da atitude de colocar o seu filho a dormir sozinho. Para facilitar a sua decisão, a Dra. Cláudia Madeira, psicóloga clínica, dá-lhe a conhecer as vantagens deste importante passo.
A partir de que idade é que os bebés devem ser colocados a dormir no seu próprio quarto?
É benéfico que as crianças sejam colocadas no seu próprio quarto a partir dos 4 meses de idade. Caso a mudança seja mais tarde, mais difícil será para os pais e para a própria criança, pois terá de criar novas rotinas e de se habituar a novos ambientes. Por vezes, os pais optam por adiar a mudança, pelo facto de causar sofrimento, mas sendo mais tarde, a mesma poderá reagir mais e ter alterações no sono.
Na sua opinião, porque é que acha que os pais evitam esta decisão e retardam a opção dos filhotes ficarem a dormir no seu próprio quarto?
Na maioria das vezes, deve-se ao facto da criança ser ainda muito pequenina, mas ocorre mais quando é um primeiro filho. De qualquer forma a “não mudança” pode estar associada a factores de insegurança, assim como em gerir a separação.
Quais as vantagens para os pais e para os bebés desta decisão?
As vantagens são mútuas, uma vez que é inevitável a mudança, logo, esta deverá ser o mais cedo possível (4 meses de idade) para que o sofrimento para ambos seja o menor possível. O facto da criança passar a ter o seu próprio quarto permite criar mais autonomia, assim como a implementação de rituais do adormecer sozinha.
Caso a criança mude de quarto mais tarde poderá ter mais dificuldades, pois estando habituada a um outro ambiente, sentirá mais diferenças e a adaptação poderá ser mais exigente, quer para a criança, quer para os pais, uma vez que esta poderá chorar e até chamá-los por se sentirQue conselhos práticos pode dar aos pais para os ajudar a colocar os filhos a dormirem sozinhos?
Numa fase inicial, podem estar com a criança até adormecer, sempre procurando criar rituais do adormecer. A posteriori, poderão aguardar até que a criança comece a ter sono e, na fase final, bastará colocar a criança na sua cama que ela irá adormecer sozinha. Basicamente, devem ir reduzindo a sua presença progressivamente, até que a criança já tenha a sua própria autonomia.
Que desvantagens pode trazer para o bebé o adiamento regular desta decisão?
Como disse anteriormente, existem timings ideais e recomendados, o que não significa que sejam cumpridos. Após os 4 meses de idade, a criança terá mais dificuldade em se adaptar ao novo espaço, assim como em regularizar os seus hábitos. Se a criança mudar de quarto muito mais tarde, o nível de dependência poderá ser ainda maior, levando inclusivamente à rejeição do quarto.
Nesta situação, a criança pode começar a manifestar alterações do apetite e do sono, choro frequente, entre outras alterações do comportamento. Sendo um período de difícil gestão, muitas vezes os pais levam a criança para o seu quarto. No entanto,é uma atitude que não modifica o comportamento, pois mantém as atitudes apelativas.
Assim, como podemos perceber, mesmo que a mudança aos 4 meses possa causar alguma ansiedade e sofrimento, são sofrimentos, na maioria das vezes menores do que quando a criança muda de quarto mais tarde. Nessa altura os pais têm de voltar a ensinar as rotinas do sono neste novo espaço,.
Considera adequado que muitos pais coloquem os filhos a dormir na sua cama, no meio deles? Quais as desvantagens deste comportamento?
É um procedimento mais comum do que seria esperado, tendo como consequência uma maior dependência dos pais, da própria cama e do ambiente onde dormem, para além de dificultar mais tarde a mudança para o seu quarto. Se nos referirmos aos primeiros tempos de vida do bebé, não é de todo recomendado, dado o risco de poderem magoar o bebé de forma inesperada.
Revista Bebé Saúde
Festival da Criança anima Parque das Nações
Em: Eventos, Solidariedade |
O objectivo é angariar alimentos para a Associação Mão Amiga.
A TV Record e a Associação Ressoar irão promover no próximo dia 31 de Maio, em antecipação ao Dia da Criança, o Festival da Criança, um evento dedicado à pequenada que tem como objectivo a arrecadação de alimentos para a Associação Mão Amiga.
A partir das 15 horas, o Cenoura do Rio, no Parque das Nações, irá proporcionar às crianças muita diversão : insufláveis, pinturas faciais, magia e andas, a peça musical "Amor no Coração" do Grupo Teateal Atrium 7 e ainda as actuações de Simara e Ana Carina & Márcio.
Andressa Pedry (apresentadora do GRP), Piratas no AR (Record FM) e Ana Cabrita (Record FM) serão os mestres de cerimónia desta acção beneficente, que cobra como entrada 1 kg de alimento não perecível.
Músicas que estimulam os sentidos.
Em: Bebés |
A música pode ter efeitos muito positivos no seu bebé. Se nunca pensou nisso muito a sério, saiba que a música é fundamental no desenvolvimento de estímulos para os bebés.
Certamente já ouviu falar da musicoterapia, o encontro do som e da música com a harmonia, exercendo efeitos terapêuticos às crianças. “O encanto da música com efeitos sedativos é provocado pelas canções de embalar, cantadas pelas mães ao adormecer os seus bebés.
O som faz parte do meio que nos rodeia, é absorvido desde o nascimento, ou mesmo antes, com a memória do ritmo do coração materno, produzindo uma sensação de segurança e bem-estar”, fundamenta a Dra. Cláudia Madeira. Se a leitora costumava cantar ao seu bebé enquanto ele ainda estava na sua barriga, nunca deixe de o fazer.
Ele certamente identificará os “acordes” da sua voz. “Através do som, o ser humano poderá alcançar um auto-conhecimento que permite dar e receber, sobretudo agora, num mundo sem tempo, podendo partilhar e tornar-se presente no desenvolvimento dos seus filhos”.
A partir de que idade a música é importante para o desenvolvimento de um bebé?
A música é importante desde a vida intra-uterina, devendo esta ser utilizada durante a gravidez e proceder num continuum após o nascimento. Está provado que as mães que ouvem música específica durante a gravidez e mantêm a sua prática no pós-natal, têm crianças que apresentam níveis de inteligência e de capacidade de aprendizagem superiores às crianças que não mantêm a prática da música.
Qual a importância da música no crescimento de bebés dos seis aos doze meses?
Tal como disse anteriormente, os resultados adquiridos por um bebé que é acompanhado com a música permite sem dúvida favorecer o seu desenvolvimento, quer cognitivo, quer afectivo, despertando-o para as emoções.
Gostaria que me descrevesse os cursos que lecciona e que se relacionam com a musicoterapia? Onde podem os pais frequentá-los?
O Baby Music é um curso de música para bebés, personalizado e exclusivo, especialmente desenvolvido pela Psy HealthyLife e por profissionais com especialização em musicoterapia. Os cursos são desenvolvidos num espaço próprio que estimula a criança e os seus sentidos, com jogos interactivos e afectivos, sempre através da junção do som com o comportamento e a relação com os outros.
O objectivo é que os pais aprendam a como utilizar a música com os filhos no seu meio familiar, começando eles a sentir a música de quando eram bebés. Os cursos de música para bebés dependem da sua idade, sendo disponibilizados diferentes cursos consoante as faixas etárias. Actualmente, os cursos são desenvolvidos na Clínica das Conchas, podendo efectuar a inscrição neste local.
Quais os tipos de estímulos desenvolvidos pela música para os bebés?
Os cursos e workshops de música para bebés têm por objectivo sensibilizar o Ser Humano para a importância do desenvolvimento afectivo através do som e do toque, mas sobretudo, para a importância do desenvolvimento da interacção e competências relacionais.
Como é que os pais podem proporcionar concertos de músicas para bebés em suas casas?
Nos dias de hoje, o tempo escasseia, é utilizado no trabalho e no investimento individual e quando se trata de partilhar, é com dificuldade que esta partilha se sente com afecto e emoções. Existem compensações materiais, mas afectivas… Assim, através da música e da massagem, esta “falha” é compensada, promovendo quer o desenvolvimento individual das crianças e dos adultos, quer do seu relacionamento. E é para ajudar os pais que estes cursos são desenvolvidos, ensinando-os a procurar as suas crianças e a partilhar as emoções.
Que tipo de música é recomendado para crianças pequenas? Existem diferentes estilos consoante as faixas etárias dos bebés?
Não são apenas os sons que podem ser diferentes, mas também a forma como são utilizados e com que objectivo. O facto de desenvolver cursos com idades diferentes está associado precisamente com esta situação, podendo corresponder às diferentes capacidades do bebé, consoante a sua idade e estádio de desenvolvimento infantil.
Como é que os bebés comunicam através da música?
A comunicação é fundamental na relação com o ser humano, daí ser explorada e desenvolvida nos cursos de música para bebés. Esta comunicação, muitas vezes difícil de partilhar entre os adultos, é expressada com gestos, escolhas, brinquedos, objectos e atitudes das crianças e não apenas com a fala. E é com os gestos que podemos abraçar e aprender que partilhar as emoções faz crescer uma criança saudável e com um sorriso para o mundo.
Novas regras para parques infantis a partir de 19 de Junho
Em: Segurança infantil |
Os parques infantis vão ter de estar vedados e ter barreiras que limitem a passagem junto aos baloiços a partir de Junho.
O diploma publicado hoje em Diário da República, que complementa um outro publicado em 1997, visa reforçar a segurança das crianças nos espaços de jogos e recreio, estabelecendo regras e obrigações às entidades responsáveis pelos espaços, quanto às condições de vigilância e de informação e em relação às condições físicas.
A partir de 19 de Junho passa a ser obrigatória a existência de «uma vedação ou outra barreira física» que delimite os parques infantis e impõem-se soluções técnicas que limitem a passagem juntos dos baloiços e outros equipamentos que incluam balanço com vista a reduzir o risco de acidentes.
Já está à venda o Pirilampo Mágico 2009
Em: Solidariedade |
Pelo 22º ano consecutivo, a venda do Pirilampo irá reverter para a ajuda de crianças deficientes.
"Pirilampo Mágico: dá cor aos sonhos desde 1987" é o tema da campanha de 2009 do Pirilampo Mágico, que assim pretende juntar numa só ideia a longevidade da iniciativa e a sua razão de ser, que passa pela concretização de "sonhos". A acção é promovida pela Fenacerci (Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social) e o dinheiro obtido com a venda dos felpudos pirilampos reverterá, como sempre, em benefício de crianças deficientes.
A iniciativa continua a ser um exemplo de mobilização nacional em favor de uma causa defendida por uma associação com recursos menores que os necessários, e também um veículo de informação da opinião pública sobre a realidade da pessoa com deficiência intelectual.
A campanha é promovida pela Fenacerci em parceria com a RTP/Antena 1, e com a colaboração de dezenas de organizações beneficiárias que, no terreno, garantem os apoios especializados que a pessoa com deficiência intelectual necessita.
Até 31 de Maio, está prometido um programa diversificado um pouco por todo o país, com múltiplas actividades de carácter desportivo, artístico ou simplesmente lúdico.








